domingo, 16 de outubro de 2011

As variações do tempo

Está sol, calor, praias cheias, vendedores de castanhas na rua e montras já cheias de árvores de Natal! Bate tudo certo, portanto!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

E o Lux? O Lux estava com um ambiente animado, com muita gente gira, boa música e uma noite quente a ajudar. Tudo em bom, como era de esperar. Vi e revi amigos e bebi uns bons copos, sem exagero. A organização está de parabéns, e provou porque é que o Lux se tornou uma referência a nível europeu.
Divirti-me imenso mas hoje, tal como previsto, tive que ingerir mais cafeína que o costume.

Enfermeiras paraquedistas

Hoje tive o prazer de conhecer cinco mulheres corajosas que enfrentaram cenários de guerra e salvaram muitas vidas! Foram pioneiras e passaram despercebidas ao país, dando-lhe ao mesmo tempo uma lição de coragem. Entre 1964 e 1973 foram 46 as enfermeiras paraquedistas que estiveram em serviço no Ultramar. Destemidas, altruístas e de uma abnegação enorme, eram consideradas verdadeiros "anjos caídos do céu". Trabalharam  de igual para igual no meio de homens, e agitaram a sociedade conservadora da época.


Pelas várias conversas que tive com elas, mostraram-me que medo é algo que se controla, quando se pensa fazer bem ao próximo.
Maravilhosas, foram e são mulheres verdadeiramente maravilhosas, e hoje saiu mais um livro sobre elas.

Como é que é possível?!!!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Lux, 13º aniversário!

O Lux faz 13 anos e a noite promete ser de arromba! Sim, amanhã é dia de trabalho, e não, não tirei o dia de folga! Terei é que tomar mais uns cafés que o costume. Mas um aniversário do Lux é uma festa emblemática, pela qual vale a pena perder umas horas de sono a meio da semana. Até porque desde o 10º aniversário que a festarola não se dá, e o pessoal está sedento.
São algumas as surpresas prometidas e o espaço estende-se aos estabelecimentos do Cais da Pedra - Bica do Sapato, Deli Delux, loja da Atalaia e Flur - até porque a enchente vai ser grande. E eu vou arranjar-me, se não faz-se tarde!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Hoje o serão vai ser passado a ver a Fox Life. São duas as estreias de excelência, e logo de seguida! Vai ser um mimo.

Kate Winslet é a protagonista e ganhou um Emmy pela sua interpetação nesta mini série.

"Situado numa casa de campo inglesa em 1912, Downton Abbey retrata a vida da família Crawley e os empregados que trabalham para eles. Downton é a casa dos Crawleys, que têm sido os condes de Grantham desde 1772. Nas galerias, biblioteca e belos quartos, com as suas amplas janelas com vista para o jardim, vive a aristocrata família. Mas sob as escadas, outros são os moradores - os empregados, tão possessivos e apegados quanto os patrões. Alguns deles são leais à família e comprometidos com Downton como uma forma de vida, outros estão de passagem, à procura de novas oportunidades, amor ou simplesmente aventura. A diferença é que eles sabem muitos segredos da família, enquanto que a família pouco sabe deles".

domingo, 9 de outubro de 2011

Este fds foi assim que aconteceu...

Tal como previsto, este foi um fim de semana bem ativo! Consegui dar um pézinho na ModaLisboa e tirando as novas colecções, o espetáculo é sempre o mesmo. Vê-se malta que deve estar, no mínimo, três horas a arranjar-se para dar nas vistas com looks tão fora que é como quem diz "eu não desfilo mas olhem para mim, por favor!" E olhamos, pois está claro. Mas não aquece nem arrefece. Mas faz parte e sem os freaks, a coisa não tinha tanta piada, a verdade é essa. De resto, a moda portuguesa, goza de muito boa saúde, na minha opinião. Com Nuno Baltazar e Filipe Faísca no topo das minhas preferências.

Filipe Faísca





Nuno Baltazar





O que também goza de boa saúde, curiosamente, são os restaurantes de preço médio alto. Num Sábado à noite conseguir um bom restaurante para duas pessoas, repito duas pessoas, é uma tarefa cada vez mais difícil! Pharmacia, Sea me, e o recente The Decadente restaurante & bar (que só aceita reservas a partir de quatro pessoas) foram unânimes. "Não dá, só mais tarde, por volta das 23h30 e sem promessas!" A crise é coisa que não assiste a todos!
A festa do cinema francês é que também está cheia! É gente aos molhos a comprar bilhetes o que me deixa muito feliz. Sente-se uma ótima energia ali. E claro tive que assistir a uma estreia com presença de realizador, se não o meu rapaz não sossegava!



E por fim, um tempo destes estava mesmo a pedir uma horas de dolce fare niente estendida na areia, a deixar o sol aquecer o corpo, depois de um bom mergulho. E foi assim a minha tarde de Domingo.


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Nos próximos dias andarei por aqui...



"Somos todos eventuais criadores de sinergias.
Somos todos potenciais produtores de riqueza.
Somos todos dadores e recetores de energias, ideias e moda.
ModaLisboa | Transfusion é um só. Nós todos."


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A vida como ela é

Às 21h estávamos a estacionar em frente ao cinema S. Jorge para assistir à ante estreia de Sangue do Meu Sangue, com a presença do realizador João Canijo e todo o elenco de luxo.
O filme é cru, real, duro. Com representações de excelência retrata a vida de um bairro suburbano ainda dentro da cidade, o bairro Padre Cruz. Onde a vida é assim, como no filme. Parece que a mulher a dias de João Canijo vive lá, e o acesso foi-lhe facilitado. É  uma realidade onde a televisão está sempre ligada, os vizinhos falam alto, o instinto é de sobrevivência, o sexo é banal, as frustações são uma constante,  mas onde apesar de tudo o amor incondicional existe.
Não o considero indispensável mas é um bom filme. 


terça-feira, 4 de outubro de 2011

O amor é mesmo f*****

A. e L. são meus amigos desde a adolescência, daqueles verdadeiros que estão ali para o que der e vier. Ambos estão na casa dos 35, são bem giraços, têm sentido de humor, bons profissionais  nas suas áreas e sem grandes problemas de dinheiro. Aparentemente tudo perfeito, certo? Certo. Não fossem os problemas de coração. Não cardíacos, que os rapazes são bem saudáveis, mas amorosos.  Eu costumo dizer que são dois case studys. Um admite que não sabe o que se passa. O outro garante que não se passa nada. Passo a explicar.
A. tem um rol interminável de casos, e quando digo interminável não estou a exagerar. Cada vez que estamos os dois a conversar fico estupefacta com a quantidade de mulheres que conhece e se envolve para depois não haver seguimento amoroso com nenhuma. "O que é que tu queres?! Não me consigo apaixonar!", diz-me em modo desesperado. "E escusas de olhar assim para mim. Não penses que as engano hã, não finjo nada. Aliás, hà pouco tempo até confessei a uma, antes de irmos para a cama, que dificilmente me envolvia. Não é que não quisesse, é que não conseguia!".
Fiquei a olhar para ele, sem saber se havia de rir ou chorar. Na verdade, A. tem escolha facilitada a mais. Muita mesmo. E depois uma não faz clik, e depois a outra é doida porque liga 200 vezes, e a outra que até parece uma miúda normal aparece lá em casa sem avisar, enfim... Na verdade, ele nunca quer mas também não deixa ir. Se a campainha toca, lá faz um jantar maravilhoso (sim porque também cozinha bem), se lhe aparece alguma mais chorosa, ele consola, anima, sugere que durma lá em casa, e  por ai adiante. Se o cliché já diz que as mulheres gostam de homens que lhes dão para trás, imaginem um que lhes dá para trás mas trata muitíssimo bem! A junção é tão explosiva quanto irresistível porque no fundo há sempre a esperança de que ele pode mudar. "Não sei o que se passa comigo, gostava tanto de me apaixonar e ter filhos, que nem imaginas" diz-me. "Imagino, imagino, mas isto de coleccionares casos desprovidos de sentimentos é capaz de não ajudar, não achas? Um coração grande onde cabe tanta gente é capaz de estar confuso..." Ora aqui está um belo exemplo de um homem com tanto mulherio e ao mesmo tempo imensamente sozinho. 
Por outro lado, L. não tem metade das dores de cabeça. Menos caseiro e mais boémio, tem menos dúvidas existenciais. Um gentleman de bom coração com as amigas, parece uma rocha com as mulheres. "Fáfi, não ando aqui a enganar ninguém. Não calhou ainda apaixonar-me à séria, quando isso acontecer é diferente". Não ludibria, também não cozinha bem, e talvez por isso não alimenta relações que não quer. "É difícil arranjar alguém de confiança nos dias que correm, vocês falam dos homens, mas maior parte das mulheres que conheço são piores que nós! Já te contei daquela miúda que tinha namorado há 12 anos e que andava a dar umas voltas comigo, sem problema nenhum, e da outra que queria ir lá a casa pouco antes de casar, não contei?. As mulheres andam doidas, é o que te digo. Dão-se à morte". E pronto, é isto. Lá lhe digo que há muita mulher carente e mal-amada, mas não pode tomar isso como a maioria, e que vale a pena tentar e acreditar. "Mas eu não ando à procura de nada! Por isso ando muito bem!". Pois, andar mal não anda, mas no outro dia lá se lhe escapou que não se importava nada de ter alguém à séria. Sinceramente penso que não dá hipóteses a ninguém de se aproximar verdadeiramente porque tem um medo terrível que alguma o leve na certa e o faça sofrer como nunca sofreu. Mas isso sou só eu aqui a dizer umas coisas.
Mas que fico triste, fico, por andar meio mundo a enganar o outro, quando todos querem o mesmo, ser felizes! Ai, ai, ai, tanta alma sedenta de amor que anda para ai desencontrada!