quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Uma tarde de trabalho diferente...

foi a que tive hoje. Bastou o Mac de estimação, o wireless do Hospital da Cruz Vermelha e a tarde passou num instantinho a trabalhar ao lado da mãe. Enquanto terminava textos e enviava e-mails assistia a um entra e sai silencioso de enfermeiras, ora a trocar a medicação, ora a ver como estava a perna, ora a perguntar se estava tudo bem. Todos os hospitais deviam ser assim, tranquilos, sem pessoas amontoadas nos corredores a sofrer à espera, e com os profissionais de saúde a terem  tempo para dedicar aos pacientes. O mundo seria bem melhor.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Vinha mesmo a calhar...

um fim-de-semana prolongado em Florença. Agora a poucos dias de completar mais um ano de vida não custa pedir. Pode sempre haver uma alma caridosa, que fique entusiasmada com a ideia. Amor, preciso de ser mais explicita?

Habemus euro!

A coisa não se dá logo à primeira porque assim não tem piada, não se dá logo à segunda para manter o suspense e depois à 3ª, e só porque é mesmo a última hipótese, toca de fazer o melhor que se sabe. E tomem lá 6-2! Tipicamente português, este sofrer até à última. 
Mas o que interessa é que estamos no Euro 2012, e a meu ver o europeu não tinha metade da piada sem nós...

Inquietações

Desde a semana passada que a inquietação tem sido minha companheira por mais que não queira. Pensamentos menos bons ganharam lugar contra a minha vontade, e as lágrimas caíram quase sem esperar. Pensei tantas vezes em como adorava controlar os pensamentos, levá-los para onde me desse jeito. Mas não, os sacanas estavam ali para incomodar... E eu a fazer-lhes frente, e eu a tentar ignorá-los, e eu a tentar não ser irracional, e pronto, quando o copo enchia, era inevitável a lágrima. E pensava não posso é chorar à frente dela porque, se ela nota a minha tristeza e a minha insegurança, sente-se pior e isso é que não pode ser. O que me controlava, meu Deus! E isto tudo porquê? Porque mamãe felina há muito que tinha que ser operada, pôr uma prótese no joelho, pois a mobilidade dela corria riscos, e as dores já eram mais que muitas. E pronto, o dia foi hoje. E a cirurgia correu bem. Agora vêm ai alguns dias de dores, semanas de fisioterapia, mas é o caminho necessário. Porquê tanto receio, perguntam vocês? Porque quando se perde um pai de um momento para o outro, de ataque cardíaco, passa a ser real o facto de tudo poder acontecer. Inesperadamente, sobretudo. Desvanece-se a questão de que acontece só aos outros, de que os pais são imortais e que a vida é sempre justa.
Já se sabe que sofrer por antecedência não resolve nada, nada mesmo. Já se sabe que por mais que a vida já tenha pregado partidas, há que aprender e crescer com elas, já se sabe que não se pode deixar que o medo nos paralise e não nos deixe viver. Tudo isto eu já aprendi. Mas também que revejo no ditado popular que "quem não se sente não é filho de boa gente". E neste capítulo sou muito abençoada.
Depois de uma semana de inquietações, a verdade é que tenho mais um aniversário à porta, e fica a promessa que vou ser mais assídua na escrita do que tenho sido nos últimos tempos...

sábado, 12 de novembro de 2011

Não tenho escrito tanto como gostaria porque o tempo de sobra não é muito, a cabeça não tem tido tanta disponibilidade como o habitual e esta não tem sido propriamente uma semana fácil. A ajudar à festa existe uma pequeno resfriado que estou a tentar que não passe disso mesmo. E vou conseguir, claro.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Presentes em cortiça... what else?!

Portugal está cheio de empreendedores que perante as adversidades mostram o que valem. Carlos Maia ficou desempregado a meio dos 40 mas não se deixou ir a baixo. Durante oito meses fez uma pesquisa intensa, queria encontrar algo que fizesse falta no mercado, algo diferenciador e "genuinamente português". A resposta foi a cortiça utilizada originalmente em objectos, todos com sustentabilidade ecológica. Papel reciclado 100% português, cortiça 100% portuguesa, parceiros todos nacionais. O que o diferencia? O facto de tudo poder ser personalizado! Na Ecoemotion é tudo assim! E com apenas três anos de existência já exporta.
“Pensei que o bloco de notas já existe, mas com capa de cortiça personalizável, 100% papel reciclado e com matéria 100% nacional não existe mais nenhum de certeza”. 
Hoje recebi estes presentes. Um bloco de notas tipo moleskine e um chapéu de chuva em cortiça, LINDOSSSS de morrer com o meu nome gravado para que não haja dúvidas! São ou não são um belo presente?! Vivam as ideias portuguesas.
Love it, Love it, Love it!

Pode ver mais em www.ecoemotion.pt

domingo, 6 de novembro de 2011

Momentos que me aquecem o coração...

...uma tarde de Domingo solarenga, à beira rio, e em ótima companhia.
Com  tarte de limão à mistura e boa leitura. Hummm, uma delícia.

sábado, 5 de novembro de 2011

Depois de me empaturrar de sushi ontem à noite, começar hoje o dia a nadar não foi fácil, mas foi necessário.