Que eu já gostava muito dele, já! Que o achava um charme, achava! Que ele era dado a causa humanitárias, já sabia! Mas ele (e o pai ) ter feito isto porque sabe aproveitar o lado bom de ser celebridade, torna-o irresistível!
sexta-feira, 16 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Gosto disto! Gosto do Projecto Amelie!
"Pequenas acções que tenham como objectivo mudar o mundo. Ações desinteressadas, que façam alguém sorrir, sentir-se melhor, emocionar-se, etc. Qualquer coisa que mude o dia a dia de algumas (mas basta uma) pessoas. Partilhem ideias, coisas que viram, histórias, etc." Foi com este conceito que Martim Dornellas, 37 anos, começou a espalhar mensagens otimistas pela cidade de Lisboa, ao estilo de Amelie Poulain.
Porque o mundo fica muito melhor com sorrisos, nada melhor que provocar um quando menos se espera. Na página do projeto no facebook, Martim diz-se inspirado pelo Ze Frank Chill Out Song. Para saberem mais sobre o Projecto Amelie é clicar aqui. Haaaa, e podem fazer download das imagens e participar. Acho esta ideia brilhante! :)
terça-feira, 13 de março de 2012
Imagine
Vim a guiar para casa com as palavras dele a repetirem-se na minha cabeça. "Os meninos pobres não têm casa, não é? E as casas são importantes, não são?" Diz-me notoriamente triste T. com três anos, antes de adormecer, na instituição de solidariedade em que estava. Apanhada de surpresa, penso uns segundos e respondo: "não, as casas não são assim tão importantes. Importante é teres amigos, que podes abraçar, beijar, brincar. Isso sim é importante. Uma casa não te abraça pois não?" Não, responde-me. "E só para que saibas eu gosto muito de ti e para mim és importante, percebes?" Sim.
O mundo seria muito melhor se houvesse pais sem coragem de abandonar os filhos nos hospitais.
segunda-feira, 12 de março de 2012
O tema da edição era Freedom e cada um utilizou-a na dose que quis...
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| Aqui, a desenvoltura a andar de saltos altos foi digna de nota! |
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| Reparem bem no pormenor dos troncoss nas mangas do casaco! Apesar da cor há um lado muito negro nisto tudo... essa é que é essa. |
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| A Maria José Valério ia adorar esta moça. E eu para dizer a verdade achei-lhe muita piada. |
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| Foi a primeira visita à Moda Lx e estiveram horas a escolher o que vestir. Saiu isto. |
sábado, 10 de março de 2012
Não sou fashionista... mas quero mais!
Voltemos então à ModaLx, à qual já fui de todas as maneiras. A primeira vez recebi convite em casa de um estilista que me fez um vestido de noite. A partir dai já fui com amigos (quase sempre), já fui sozinha, já fui em reportagem (trabalho), etc, etc, etc... Lembro-me de edições memoráveis na Cordoaria, no Museu da Cidade, na Torre Vasco da Gama, nos armazéns Terlis, no Museu de História Natural, no Museu da Eletricidade, na Cidadela de Cascais (apesar de não ter achado grande piada à mudança) e recentemente no Pátio da Galé. Um bom espaço.
Ontem depois de um dia de trabalho lá fui eu mais uma vez. Já tinha ouvido dizer que se tinha cortado imenso nos convites, mas não sabia porquê. Quando cheguei percebi. Vi um desfile LAB na biblioteca da Câmara Municipal de Lisboa, que se mostrou pequena demais para um desfile que se preze. Poucos lugares sentados e demasiados de pé. Para seguir para outro desfile, do outro lado da rua no banco BPI. Sim, no banco! Não sabia se havia de chorar ou de rir... das três salas de desfiles só uma, a melhor, é no Pátio da Galé. Fiquei triste e desapontada. Sei que a época das vacas gordas já era; tenho noção de que todos nós estamos a sentir a conjuntura económica difícil, e a Moda Lisboa não é com certeza exceção. Mas c`um caraças... desfiles na biblioteca e no banco BPI com duas filas de cadeiras é coisinha boa para uma escola secundária, não para a Lisboa Fashion Week que recebe jornalistas internacionais de vários países! E caramba, é precisamente nos momentos mais difíceis que tem que se ser mais criativo. É fácil fazer grandes edições com dinheiro, o grande desafio é fazer sem ele. Afinal de contas, os espaços são cedidos. Não havia nenhum espaço melhor em Lisboa inteira do que a biblioteca da CML e o Banco BPI do outro lado da rua?!!! Duvido!
Ontem depois de um dia de trabalho lá fui eu mais uma vez. Já tinha ouvido dizer que se tinha cortado imenso nos convites, mas não sabia porquê. Quando cheguei percebi. Vi um desfile LAB na biblioteca da Câmara Municipal de Lisboa, que se mostrou pequena demais para um desfile que se preze. Poucos lugares sentados e demasiados de pé. Para seguir para outro desfile, do outro lado da rua no banco BPI. Sim, no banco! Não sabia se havia de chorar ou de rir... das três salas de desfiles só uma, a melhor, é no Pátio da Galé. Fiquei triste e desapontada. Sei que a época das vacas gordas já era; tenho noção de que todos nós estamos a sentir a conjuntura económica difícil, e a Moda Lisboa não é com certeza exceção. Mas c`um caraças... desfiles na biblioteca e no banco BPI com duas filas de cadeiras é coisinha boa para uma escola secundária, não para a Lisboa Fashion Week que recebe jornalistas internacionais de vários países! E caramba, é precisamente nos momentos mais difíceis que tem que se ser mais criativo. É fácil fazer grandes edições com dinheiro, o grande desafio é fazer sem ele. Afinal de contas, os espaços são cedidos. Não havia nenhum espaço melhor em Lisboa inteira do que a biblioteca da CML e o Banco BPI do outro lado da rua?!!! Duvido!
E há fenómenos a acontecer, que a meu ver, não ajudam nada. Primeiro é ver desaparecer nomes como Tenente, Ana Salazar e Manéis do calendário. E outra, algo que os Manéis há muito sentiram. Que é o facto de que quem ali vai não compra. Entre o freak show (que até tem a sua piada) e a feira das vaidades a que se assiste, há poucos ou nenhuns clientes. Não foi por acaso que as últimas edições que a dupla integrou o fez out of location, num espaço escolhido por eles para receber com exclusividade as clientes. Afinal são elas que lhes interessam. É para elas que criam. Lembro-me de uma das vezes o terem feito no seu atelier na Rua das Flores num ambiente tão requintado e exclusivo quanto descontraído. Um simples luxo. E isto faz falta. Fazem falta espaços bonitos, que recebam bem quem os visita.
A Moda Lisboa pode e tem capacidade para fazer muito melhor. Temos excelentes criadores, que devem ter melhores condições. Falta glamour à semana de moda para haver mais projeção. Amanhã ainda vou lá, mas posso já dizer que da próxima edição espero mais. Muito mais.
quinta-feira, 8 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
A fábrica de chocolate alentejano
Quando há sete anos Célia Dias e o marido fizeram uma viagem à Bélgica nunca pensaram que esta poderia mudar o rumo das suas vidas. O desejo que ter um negócio próprio já existia, mas como ele era engenheiro e ela assistente social, a necessidade de mudar de vida não se tornava urgente. Mas na Bélgica, a ver as lojas de produção própria, a paixão pela arte de fazer chocolate falou mais alto. Voltaram com a vontade de experimentar e ousar. Começaram a fazer em casa para familiares e amigos, que durante dois anos foram alegres cobaias. Muitos diziam que eram doidos porque no Alentejo vendia-se bem queijo, pão, chouriços mas nunca chocolate, que ainda por cima não é um bem de primeira necessidade.
Trocaram o certo pelo incerto e a fábrica Mestre Cacau (hoje já com loja) surgiu em 2005. Um nascimento no seio do Alentejo esquecido. "Nós somos daqui e é aqui que faz sentido". E parece que faz mesmo porque de Beja partem atualmente chocolates para a Roménia, Polónia,
Espanha, e Célia diz-me que está em fase de negociação com a Holanda e Alemanha.
Tudo porque na Mestre Cacau a oferta é tão deliciosa quanto original. O medronho, alecrim, azeite, aguardente da Vidigueira são alguns dos sabores alentejanos que Célia juntou ao chocolate para criar a coleção Alentejo. Um sucesso! E a seguir veio a Sugar Bloom com rebuçados de pétalas de rosa, canela e alecrim, entre muitos outros doces e compotas com chocolate.
Ei-los de Beja para o mundo...
Fique a conhecê-los melhor aqui!
segunda-feira, 5 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
A bendita globalização...
Esta coisa da globalização é maravilhosa! Já de pijama acabo de pôr a conversa em dia com a minha grande amiga Catarina, que me ligou a caminho das aulas de mestrado. Para ela são 10 da manhã e já é 2ª feira! É o que faz estar na Austrália!
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