sexta-feira, 13 de setembro de 2013
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Ler sempre até ao fim, sff
Telefonema para um grande amigo.
- Recebi uma carta do Ministério da Administração Interna a dizer que tenho que entregar a carta de condução durante um mês... irreal.
- O que é que fizeste?
- Fui apanhado pelo radar na A23, no ano passado, em excesso de velocidade. Não foi uma coisa por ai além mas foi o suficiente para o radar disparar.
- Hummmm...
- É que não me dá jeito nenhum por causa do Francisco, do trabalho, da minha mãe... Achas que vale a pena impugnar?
- Não sei. Manda-me isso que logo vejo.
Telefonema dele no dia a seguir.
- Tu leste a carta do MAI até ao fim?
- Até ao fim como? Li o essencial, que tinha que entregar a carta durante 30 dias, blá, blá, blá...
- Pois, se tivesses continuado a ler saberias que por não teres antecedentes do género esta "coima" deixa de ter efeito caso nos próximos 90 dias não cometas uma proeza idêntica. Ou seja, não tens que entregar carta nenhuma!
- Estás a gozar?!!! Não era mais fácil o MAI escrever isso em três linhas. São precisas duas páginas A4 escritas de alto a baixo? Claro que não li as duas páginas inteiras. Tens que compreender que são coisas chatas de ler.
- Mulheres...
- Recebi uma carta do Ministério da Administração Interna a dizer que tenho que entregar a carta de condução durante um mês... irreal.
- O que é que fizeste?
- Fui apanhado pelo radar na A23, no ano passado, em excesso de velocidade. Não foi uma coisa por ai além mas foi o suficiente para o radar disparar.
- Hummmm...
- É que não me dá jeito nenhum por causa do Francisco, do trabalho, da minha mãe... Achas que vale a pena impugnar?
- Não sei. Manda-me isso que logo vejo.
Telefonema dele no dia a seguir.
- Tu leste a carta do MAI até ao fim?
- Até ao fim como? Li o essencial, que tinha que entregar a carta durante 30 dias, blá, blá, blá...
- Pois, se tivesses continuado a ler saberias que por não teres antecedentes do género esta "coima" deixa de ter efeito caso nos próximos 90 dias não cometas uma proeza idêntica. Ou seja, não tens que entregar carta nenhuma!
- Estás a gozar?!!! Não era mais fácil o MAI escrever isso em três linhas. São precisas duas páginas A4 escritas de alto a baixo? Claro que não li as duas páginas inteiras. Tens que compreender que são coisas chatas de ler.
- Mulheres...
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Avenida Brasil
Quando disse ao mundo que estava grávida estava a começar a Avenida Brasil. À medida que a barriga aumentava a novela desenrolava-se. Quando fui para o hospital ter o Francisco, ele só decidiu vir ao mundo depois da mãe ter assistido a mais um episódio, da trama entre a Carminha e a Nina, sob o bendito efeito da epidural.
O Francisco nasceu, passou da mama para o biberon, passou do berço para a cama de grades, passou de quieto a mexido, hoje já come sopas e fruta e o iôiôiô iôiôiô do genérico da Avenida Brasil todos os dias marcou presença nesta casa!
Posso dizer que esta novela participou ativamente no momento mais importante da minha vida! Novela cheia de protagonismo esta! Vou ter saudades. :))))
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
domingo, 1 de setembro de 2013
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
O meu rebento
O Francisco cresce a olhos vistos. Cresce e evolui. Os seus olhos grandes têm uma enorme curiosidade pelo mundo, observa tudo à volta e ri-se. Ri-se muito e apenas porque sim e sem segredos desarma qualquer um que se aproxime dele. Nas férias, a bisavó não podia andar mais deliciada de o ter por perto, os primos sempre à volta dele protegiam-no quando íamos para a piscina, os amigos gabavam o facto dele ser zen e não fazer birras... ups, não fazer birras?! Bem, na verdade não me posso queixar por ali além, ou seja uma das características mais evidenciadas dele não é ser birrento, mas que faz birras faz, e quando decide fazê-las são das boas!!! É de personalidade firme, tem muitos quereres, e se por exemplo, não lhe apetece estar deitado estrebucha até mais não... até que alguém o vá buscar e mude de sitio, basta pô-lo na cadeira, no chão a brincar ou ao colo para vê-lo sorrir. E pronto a birra acabou! São grandes mas passam rápido.
Quanto ao dormir, o capítulo "doloroso", há já dois meses que este meu rebento dorme seis a sete horas seguidas. Tudo muito lindo e muito bonito, não fosse o facto de adormecer às 21h e acordar a meio da noite, por volta das 3h ou 4h da manhã a querer biberon. Se eu adormecesse à mesma hora que ele era tudo maravilhoso mas como não me deito antes da meia noite, quando ele chorava estava eu a dormir há apenas três horas. Até que a pediatra me disse para lhe dar um biberon mais tarde para ver se ele dormia tudo seguido. Ao inicio custava-me acordá-lo mas percebi que bebe o leite mesmo de olhos fechados, et voilá... agora dorme da 24h às 7h da manhã seguidinho! O que é que não mudou? O facto de acordar a meio da noite. Sem perceber como, acordo muitas vezes e não me aguento na cama sem ir ver se está tudo bem, e ver se ele respira. Sim, vou ver frequentemente se ele respira! Parece que é coisa de mães... normais.
Lembro-me muitas vezes de uma das minhas companheiras do curso pré parto dizer numa sessão "ter filhos deve ser como ter o coração a bater só que fora do peito". É isso mesmo mas é uma batida muito mais Feliz.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Happy Birthday Madiba
Esta música foi cantada em homenagem a Nelson Mandela quando completou 90 anos. Hoje, Madiba celebra 95 e aqui fica a minha pequena homenagem ao maior símbolo vivo da Liberdade.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
O trabalho no São Pedro
O cansaço e a dedicação ao Francisco depois de um dia de trabalho não me têm permitido vir até aqui como desejo, e às vezes com tanto para dizer!
O último fim de semana de Junho foi mais que agitado. O Francisco fez a sua primeira grande viagem
para conhecer a bisavó, para a qual se riu de imediato, e foi pela primeira vez que foi à festa de S. Pedro de Vir-a-Corça, onde os pais pelo terceiro e último ano, pertenceram à comissão de festas. Esta é uma festa de Verão na aldeia mais portuguesa de Portugal, que é sobretudo uma grande reunião de amigos. Todos se conhecem. Eu e as restantes festeiras lisboetas crescemos a passar férias juntas na terra em que as nossas mães foram criadas. Todas as famílias se conhecem; na aldeia muitas das portas ainda estão abertas e é frequente receber visitas sem pré aviso tanto para perguntar como estamos como para oferecer alfaces e tomates fresquinhos da horta. É esta partilha que torna o modus vivendi na aldeia especial. O padre Vitor, que está na paróquia há 50 anos diz frequentemente nas homilias que conhece bem os avós, casou os seus filhos, casou os netos e agora batiza os bisnetos!
Mas voltando á festa, o meu fim de semana dividiu-se entre vender centenas de rifas na quermesse, servir iguarias típicas às mesas e a fazer trocos nas caixa. A equipa, constituída por mais de 20 pessoas deu o litro, de forma voluntária, para que a tradição não se perdesse, a aldeia se divertisse e o São Pedro ficasse contente. Penso que conseguimos!
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