sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Sexta feira, dia 13!

Sou uma mulher supersticiosa, quanto baste. Tento não passar por baixo de escadotes,  não gosto de espelhos partidos, bato três vezes na madeira, gosto mais de uns números que de outros, há cores que não visto e por ai em diante. Mas acredito que  6ª feira, 13, pode ser  um dia de azar como outro qualquer. Para uns o 13 é um número de azar, para outros é o dia em que apareceu nossa senhora de Fátima, por exemplo!
Como sou uma rapariga que considera que o azar e a sorte acontecem a qualquer dia e sem hora marcada adoro sextas feiras. Nasci numa. E deixam-me sempre com um sorriso na cara. Hoje não é excepção. :)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Porque é que sofremos por alguém que não gosta de nós? Esta foi sempre uma pergunta que me incomodou e à qual já tentei responder várias vezes... 
Há poucos dias uma amiga veio-me novamente com a conversa que não era capaz de esquecer o R. e que ainda por cima tinha descoberto que ele numa noite de copos se tinha atirado a uma amiga de trabalho. Ui, e isso é que não. Mesmo! Para uma mulher isso é o mesmo que deitar um fósforo para um monte de palha seca. Notícia mais incendiária é difícil. 
Mas na verdade o R. nunca foi propriamente um namorado, foi alguém que decidiu partilhar com ela alguns meses da sua vida, mas depois achou que devia viver outras experiências.  E está no seu direito e isso não faz dele má pessoa. Aliás nunca lhe disse que a amava nem estava perdidamente apaixonado. Mas também não quer dizer por isso que vale tudo e  não deva haver respeito. Flirtar com quem quer que seja ao lado dela e fazer olhinhos dengosos às amigas é completamente desnecessário, e é isso que faz dele um perfeito idiota.  Digo-lhe para não gastar mais tempo a pensar num tipo assim, mas em vão.
A meu ver foi isso que fez com que a chama dela não se apagasse. Nada é mais desafiante para uma mulher (ou homem) do que uma conquista. Tudo muito bem. Temos é que perceber que quem vai à guerra dá e leva. Que umas vezes amamos, outras somos amados. Que outras nem uma coisa nem outra e isso não quer dizer que não se passe um belo bocado. Eu, como toda a gente, já me iludi, já tive a minha quota parte de sacanas e já chorei muito por quem merecia pouco, mas hoje olho para trás e o distanciamento faz-me rir e ver o quanto essas experiências foram preciosas para o meu crescimento. 
A minha amiga é uma miúda gira que dói, independente, e que na realidade, ainda não se apercebeu mas não gosta assim tanto do R. Já vi esta história passar-se com ela algumas vezes. E isso é que me preocupa. O facto de ainda não ter aprendido com alguns erros. Como qualquer mulher não gosta é de ouvir um não, de sentir o ego ferido, de sentir que foi rejeitada. Sofre-se desmesuradamente por alguém que não gosta de nós porque o nosso ego é, por vezes, tão grande quanto estúpido, e custam-lhe as adversidades. Nós mulheres gostamos da conquista, do jogo, da incerteza que nos faz sentir borboletas na barriga. Quando é dado adquirido, a piada foi-se. Ela ainda está nesta fase. Uma vez acabou duas vezes com um tipo excelente. À terceira quando ela quis voltar, ele cansado e com alguma razão, disse-lhe que não. O que veio a seguir foi uma paixão desmesurada por ele, como nunca tinha tido.
Já lhe disse um cliché bem verdadeiro, que quando menos esperar surgirá um L. um P. ou um Z. que lhe encherá as medidas. Mas para isso terá que valorizar o essencial e não o supérfluo, como tem feito até agora. É só uma questão de tempo.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

The sexiest Industry in Europe

A manequim Sara Sampaio e Kevin são, em 2012, o rosto do calçado português numa campanha glamourosa a nível internacional com o nome "The sexiest industry in Europe". E porquê?  
- Porque Portugal ocupa a 11ª posição na tabela dos 15 maiores exportadores mundiais
- Porque o setor do calçado português  exporta sensivelmente 95% do que produz para mais de 130 países! (Ou seja são muitos os que gostam do que fazemos.)
- Porque em 2011 as vendas rondaram 1 200 milhões de euros
- Porque fazemos sapatos lindos de morrer!



http://www.portugueseshoes.pt/

domingo, 8 de janeiro de 2012

Life is short. Wear you passion.

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Hoje em pleno almoço domingueiro:
- Mãe, este frango tem picante?!
- Tem!
- Mas porque é que puseste? Sabes que eu não gosto...
- Mas o Manel gosta! 
- Já percebi tudo...
- Mas pus só um pouco, nem pensei que notasses.
- Claro, claro! Digo já a rir-me.
(Está visto que o Manel é o filho que não teve)
Hoje acordei, espriguiçei-me e lembrei-me que era dia de desfazer a árvore de Natal. Ui ui ui... A preguiça de me levantar ficou ainda maior. Abri a persiana vi que estava um sol radioso, tomei um pequeno almoço prolongado, e fiz de tudo para adiar o momento. A verdade é que uma pessoa afeiçoa-se. E entristece-me este momento porque é uma espécie de fim de festa. Um mês inteirinho a piscar e a dar mais brilho às minhas noites é algo digno de nota. Mas tudo tem o seu tempo e e Dezembro há mais..

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O sr. do Pingo Doce

Esta coisa do sr. Soares dos Santos transferir os capitais do Pingo Doce para a Holanda para não pagar tantos impostos é revoltante. É só o segundo homem mais rico do país e conseguiu no ano passado um lucro de 800 milhões de euros. 800 milhões, repito!! Mas mesmo assim prefere fugas de capital!  Sim, já se sabe que é legal( apesar de não compreender como é que a comissão europeia não faz nada para evitar estas fugas de capital). Mas não é bonito e é imoral. Muito mesmo. Para não dizer mesmo vergonhosamente nojento.
Numa altura em que se pede sacrifício a todos os portugueses, em que existem campanhas para comprar o que é nosso, em que se tenta captar capital estrangeiro, o segundo homem mais rico do país transfere capital para o país das túlipas. O mesmo homem que teve discursos contrários à acção que agora pratica e que nos encheu os ecrãs de anúncios a transbordar portugalidade, faz-nos agora um manguito. 
É este o problema da sociedade atual, o facto do dinheiro falar mais alto do que os valores. O facto da palavra valer pouco e o dinheiro corromper muito.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Disseram-me há uns tempos que o segredo da felicidade é ter objetivos. O facto de termos objetivos e querermos concretizar algo faz-nos sentir úteis, cheios de potencial, e isso dá sentido à vida. E isto para mim faz todo o sentido. 
Mas também é verdade que queremos muito, mas muitas vezes fazemos muito pouco para concretizar. Porque querer só não basta, há que fazer. Por isso todos os anos começamos o ano cheios de boas intenções, cheios de quereres, de promessas, de planos.  E a lista é sempre parecida. É desta que vou emagrecer, e é desta que vou ser mais solidária, é desta que me vou organizar e ter mais tempo, é desta que vou aprender mais uma língua, é desta que vou viajar mais, etc, etc , etc. E em boa verdade, o ano passa num fechar de olhos e faz-se o que se pode e maior parte das vezes não se faz o que se queria. Eu sinto isto, que fiz muita coisa, mas tinha potencial para concretizar mais e talvez melhor!


O que é que se pode fazer para que o plano desta vez vá até ao fim? Ter a coragem de sair da zona de conforto e aceitar um desafio à séria. Criar um plano exequível e com determinação cortar a meta. Fácil não é, mas o que é fácil não tem piada, e já que 2012 promete ser desafiante, vamos gozá-lo à nossa maneira. Que provavelmente é a melhor.